Desenvolvedores de jogos de Brasília e região possuem uma nova opção para participar de game jams.

A importância de participar de game jams já foi discutida aqui alguma vezes, a experiência adquirida, os contatos profissionais, a socialização com os colegas e a sua produção durante o evento são apenas alguns excelentes motivos para o indiedev mergulhar nesse mundo!

A Jungle Coworking iniciou uma série de game jams presenciais que são realizadas em seu espaço, em Brasília – DF. A primeira edição (realizada em 26, 27 e 28 de agosto, durante a Ludum Dare 36) produziu três jogos e teve a presença de desenvolvedores de diversos estúdios indie, como Behold Studios, Intrépido Studio e Uruca Game Studio, além de contar com a presença de colegas de fora do DF.

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Nesse último final de semana (14, 15 e 16/10), foi realizada a segunda edição da Jungle Jam e quatro novos jogos foram produzidos em apenas 47 horas, já que a mudança para o horário de verão reduziu 1 hora do tempo do evento. O tema dessa edição foi “Incêndio”, sorteado entre os próprios participantes.

Um ponto muito interessante dessa edição foi o fato dos participantes terem produzido seus jogos sozinhos ou dupla, derrubando o estigma de que só é possível produzir jogos com uma equipe completa.

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Outro fato que merece ser observado, e que é alvo de muitas dúvidas de desenvolvedores que ainda não participaram de game jams, foi a diferença entre os perfis dos participantes. Alguns já possuíam jogos no currículo, outros eram programadores de sistemas rurais, entusiastas da cena indie e até mesmo roteiristas e escritores de livros.

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A Jungle Jam #2 mostrou que o importante é arriscar e botar a mão na massa, cada um dentro da sua realidade, limitações e especialidades, sem receio e sem medo de falhar. Aliás, a falha também é um grande aprendizado que um indiedev pode levar de uma game jam!

Confira agora os jogos produzidos durante a Jungle Jam #2:

FireOut! – desenvolvido por Suâmi Abdalla-Santos

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Uma mistura de Jogo da Memória com Platformer. O jogador possui 4 segundos no começo da partida para decorar os apartamentos ocupados, depois disso, terá que percorrer o prédio e abrir as portas para salvar os moradores do incêndio que está ocorrendo.

Cleanse of the Magic Flames – desenvolvido por Davi Barbosa

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O jogador controla, com o mouse, um Elemental da Água que precisa apagar as chamas. O poder do elemental precisa ser maior que o poder da chama que ele tocar. Colete as gotas de água para aumentar o poder.

Burning Paths – desenvolvido por Lahiri Abdalla Melo

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Uma Visual Novel em que cada escolha do jogador, tal qual o fogo, modifica o cenário e os acontecimentos que virão (que podem ser bem explosivos… Ou não!). Qual caminho você vai escolher?

Spark of Life – desenvolvido por Philippe Lepletier e Fernando Lacerda

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Platformer em que o jogador é uma chama e precisa atravessar a floresta sem causar um incêndio. O personagem precisa evitar as folhas secas e troncos para chegar até o fim de cada fase.

Todos os jogos foram feitos do zero, durante as 47 horas do evento. Os desenvolvedores dormiram (pouco) no próprio espaço da Jungle Coworking, onde também puderam tomar muito café e tomar banho para renovar as energias (e o cheiro, hahahaha).

Os jogos podem ser baixados no site da Jungle Coworking:

Clique aqui para acessar os jogos da Jungle Jam #2!!!

Se você achou interessante a proposta e possui interesse em participar das próximas Jungle Jams, curta a página da Jungle Coworking no  Facebook.


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